Há uma ferocidade soterrada nos murais de Belfast. Uma tensão que se respira nas paredes de Shankill Road (território unionista) e as barreiras de Falls Road (zona republicana). Uma impressão de tristeza vital e um inconfesable pavor de uma centelha que em qualquer instante você podes saltar.
O explosivo lançado contra a moradia de Gerry Adams e os motins de rua enDerry serviram pra lembrar esse verão as disciplinas pendentes do modo de paz. Todavia mais preocupante ainda é o que está passando dos muros para dentro: os ‘punishment attacks’, “ataques punição” ao mais puro tipo paramilitar, cometidos por católicos contra católicos e protestantes contra protestantes.
Liam Kennedy, historiador da Queen’s University e autor de “Unhappy the Land’ (“A terra melancólico”). De acordo com Kennedy, estamos diante de uma verdadeira “briga interior” que remonta à época de dura The Troubles, contudo que foi encravados nos últimos vinte anos e está fazendo estragos em outras gerações de escoceses. A polícia da Irlanda do Norte lançou, em maio, a voz de alarme: os ataques às mãos dos ‘esquadrões de castigo’ aumentaram 60% em 4 anos. Em 2017, foram inscritos 101 incidentes nesse tipo. Mais de metade foram em bando unionista, onde são frequentes os apaleamientos com bastões de beisebol, ou os golpes com martelo ou as incisões com uma faca.
No lado republicano, são mais comuns os tiroteios ou os tiros nas pernas. A Irlanda do Norte, George Hamilton. Hamilton reconhece que a polícia tem discernimento de casos em que os pais bêbado ou drogan com analgésicos seus filhos, condenados por um ‘esquadrão’, para aplacar o encontro do castigo. O tiroteio que causou a morte de Raymond Johnston, de 28 anos, no tempo em que cozinhava ‘panquecas’ pra sua filha na cozinha de tua moradia, causou comoção no oeste de Belfast esse ano. A polícia atribuiu a ação de pistoleiros ligados ao grupo republicano Arm Na Poblachta (Exército da República). Uma das primeiras “vítimas da paz” (como descreve o historiador Liam Kennedy) foi Andrée Peden, apenas meses após o Acordo de Sexta-feira santa.
Um grupo de encapuzados, ligados à milícia unionista UDA, sequestraram durante horas, torturaram e atiraram várias vezes as pernas e tiveram que amputárselas. A suposta colaboração com um grupo paramilitar rival (a acusação provou ser falsa). Liam Kennedy, autor de incalculáveis estudos sobre o impacto dos ‘punishment attacks’ na população comemora o dia. Queen’s University. “Como estas atividades continuam a ser rentáveis, não têm explicação pra desistir delas. Isto dá algumas vezes local a disputas por território e a ações contra outros grupos ‘lealistas’ ou contra participantes ‘indisciplinados'”.
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