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Índia: Bodas De Sangue

Há casamentos que carrega o diabo. Cerimônias que começam bem e acabam no hospital ou no necrotério. Na Índia, a cena costuma ser semelhante nestes casos: a música toca, as pessoas dançam e todos riem, até que uma pessoa cai no chão. Então começa o desconcerto, os gritos, o ruído, todos se movendo de um lado para o outro. Quem está ficou ferido ou foi desabar morto por uma bala. Será que Estamos em um conto de Agatha Christie, e entre os convidados se esconde um meticuloso assassino? Não, só alguém disparou para o ar com uma arma de fogo e, em pleno êxtase, acabou com as risadas de toda a comemoração.

segundo a imprensa ambiente, as famílias dos anfitriões pediram a mulher que parasse de atirar, algo que só aconteceu no momento em que as balas perdidas começaram a causar vítimas. A tia do noivo morreu e outras 3 pessoas ficaram gravemente feridas.

Deva Thakur e seus acólitos aproveitaram a desordem ao longo do rápido tumulto para fugir. Casamento de Amit Rastogi, de vinte e oito anos, não apenas não foi um dos dias mais felizes de tua existência, entretanto assim como foi o último. O evento teve espaço em fevereiro, no estado de Uttar Pradesh.

O jovem fazia o tradicional passeio a cavalo, que dá o namorado pra casa da namorada, quando uma bala o atingiu na cabeça e o fez cair do cavalo. Sim, um convidado estava apertando o gatilho em plena euforia. Nesse mês, nesse estado, registraram-se ao menos 4 falecidos, 2 deles menores, por contratempos parelhos. Nem o noivo, nem ao menos ninguém, é salvo de ser o refúgio de uma bala perdida em uma celebração. Em um casamento, em março, assim como em Uttar Pradesh, Raju, um jovem fotógrafo recinto, fazia o seu trabalho quando os familiares dos noivos tiraram suas armas no meio da celebração.

Uma bala atingiu no estômago. Uma menor de dezessete anos foi assim como ferida. Ambos foram encaminhados para o hospital, onde ele morreu. Manoj Jain, de Delhi, no momento em que ditava uma pena de prisão para um homem que tinha disparado um rifle no casamento de um comparsa, causando a morte do tio de seu colega.

O juiz considerar que atirar com armas de fogo em eventos matrimoniais “se tornou uma espécie de moda”. Sadhvi Deva Thakur, a semidiosa da primeira história, tem se mantido fugada inmensuráveis dias, porém enfim foi anunciado diante um tribunal.

Agora está ante custódia da polícia, todavia os seus seis guardas de segurança ainda estão em paradeiro desconhecido. A polícia foi cadastrado um caso de assassinato contra os sete acusados. Uma conspiração. A última, poderá reflexionar, porque no passado esteve envolvido em outras polêmicas pelos seus comentários sobre a esterilização de muçulmanos e cristãos, para que suas comunidades não crescer mais pela Índia. Ele bem como pediu que os deuses hindus sejam colocados nos templos de oração de algumas religiões, pra deixar claro quem manda no povo.

A Deva Thakur aparecia posar em imagens com seus seguidores. Costuma enxergar vestidos cor de açafrão (do hinduísmo) e posar com armas de fogo. A mesma imagem que se viu na fatídica casamento. Quando foi presa, todavia, nem vestida de laranja ou sorria.

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Não voltara a vê-lo desde existem muitos anos, desde que aquele ser humano, sem mácula, nem ao menos passado se envolveu em minha vida para me fazer feliz. A mesma pessoa que se foi sem dizer nada, sem um beijo. Dói entrar a uma idade em que se deixa de sentir-se benéfico, porém mais jururu é, estando na totalidade da existência, constatar o universo que a todo o momento foi teu, te deixa de lado.

Mas a nova linguagem, com apoio em blogs, internet ou cibersociedade não vai fazer com que abandone. Há uma brecha para sobreviver por este novo local, uma atividade de acordo, ou, no mínimo, um substituto dele, com a minha vocação natural. Consiste apenas em mudar a minha vida de gráfito por uma nova e cheia de circuitos: serei caneta. Desde o primeiro instante foi um pirralho produzido pelas algumas tecnologias. Hoje, é um dos tantos dias que o universo sofre os golpes dos mais fuertess, meu outro eu é de distante traz o dia-a-dia, teu grão de areia pra lutar e defender os mais pequenos.