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Eu Desejo Ter Sardas!

Em um ciclo de estética como o atual, em que a naturalidade é cotada para o grande, as sardas são um dos traços mais intrigantes e inconfundíveis das pessoas que as têm. E também dar um toque de frescor e juventude a qualquer rosto, vários homens consideram uma característica muito ‘sexy’ que faz encantadora para qualquer mulher.

Desejadas pelas pessoas que não as têm, uma das últimas tendências em formosura é pintar as sardas no rosto para adquirir aquele look de frescor tão lisonjeiro. Muitos maquilhadores profissionais tendem a recorrer a este truque em razão de é o ‘medicamento anti-edad’mais dinheiro e atrizes como Emma Stone, Olivia Wilde ou Cameron Diaz prontamente costumam pintárselas sobre isso tuas bases de maquiagem pra alcançar looks mais naturais. No YouTube existem numerosos tutoriais que explicam como fazê-lo e quais são os incríveis produtos de maquiagem para realizá-lo. Outra técnica mais fácil que a anterior, é pintar com um lápis de olhos menores pontinhos usando duas ou três cores semelhantes, entretanto de desigual tom.

Com a auxílio de uma esponjita ou com as pontas dos dedos para conceder pequenos toques sobre o assunto as sardas para difuminarlas e, por último, aplicam-se bronzeador. O efeito será um look 100% lisonjeiro efeito ‘bacana cara’ bronzeada pelo sol.

  • Vinte e oito julho 2014 | 18:17
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Deiscência longitudinal, em que a antera se abre seguindo uma sutura paralela ao eixo longo da teca. Dehisencia poricida, a começar por um poro no ápice da teca, como em Ericaceae e Solanaceae. O pólen poderá transpor o poro quando a antera vibra por efeito do vento, há insetos que podem extraí-lo por sonicação (em inglês buzz pollination), batem os músculos das asas de uma forma de fazer vibrar as anteras artificialmente.

Deiscência transversal, a sutura diminui o eixo longo da antera, como em Lachemilla (Rosaceae) e Hippocratea. Deiscência tamanho, forma e coloração, a sutura abre a antera, formando uma ou mais línguas (folhetos), como em Lauraceae. Anteras de deiscência longitudinal. Anteras de deiscência longitudinal em Lilium (o pólen liberado agora foi transportado).

Anteras de deiscência poricida. Uma ericácea, Chimaphila umbellata, indicados os poros de uma antera (violeta), de deiscência poricida. Anteras de deiscência transversal. Anteras de deiscência tamanho, maneira e coloração. Laurus nobilis), o louro, tem um vasto em cada teca que se abre de nanico pra cima, revelando o pólen aderido a sua face interna. Assim como se observam os apêndices nectaríferos amarelos pros lados, de filamentos. Você poderá assinalar o endereço da deiscência, a direção em que se expõe o pólen após a deiscência da antera, em ligação ao eixo floral ou no chão.

O endereço é melhor detectada no momento em que as flores ainda estão imaturas ou mesmo iniciando a se abrir, já que após a deiscência das anteras geralmente se conseguem secar e torcem, se resultando mais dificultuosa a observação da direção da deiscência. Exemplos: Xyris tem uma intrigante deiscência latrorsa ou lateral.

O endereço da deiscência poderá ser descrita em dois momentos diferentes do desenvolvimento. Os espaços podem ser simples (de um só carpelo), ou compostos por mais de um carpelo. Gineceu de carpelos livres, cada um pistilo das flores (gineceu dialicarpelar). À direita o corte transversal. 3 carpelos e 1 por lóculo carpelo.

Os gineceos dialicarpelares são comuns nas rosáceas. Diagrama de um corte transversal de Fragaria, morango ou morango. Carpelos fundidos em um único pistilo (gineceu amêndoa). À direita o corte transversal. Três carpelos e 1 lóculo. Corte com um único óvulo.

2 carpelos e 1 lóculo. Gineceu amêndoa. À direita o corte transversal. Cinco carpelos e 5 lóculos, 5 septos e um coluna. Gineceu unicarpelar. À direita o corte transversal. 1 carpelo e 1 lóculo. Terminologia descritiva das flores. A localização do ovário ordena a localização ou localização do ovário em ligação a outras partes florais: ao hipanto, o cálice, a corola, ou o androceu.