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As Vantagens De Brigar Com O Casal

Há aqueles que acreditam que os conflitos no casal, são perigosos e que há que impedir a todo o gasto; e alguns, que se ignoram desaparecerão com o tempo. É assim como este uns e outros, adiadas ou rehúyen.

Alguns evitam as discussões complicados e outros cedem diante das demandas do outro pra evitar as discussões. A curto prazo parece uma solução, mas, agindo desta forma, a única coisa que se ganha é o distanciamento emocional e engrossar a relação negra de agravos e desencontros.

Costumam ser discrepâncias por uma charada de percepções, necessidades, interesses e expectativas: seja nas funções ou no papel que desempenha qualquer um, ou pelo manejo do dinheiro, dos afazeres domésticos. Por que evitam?

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Por não aborrecer ou ferir o casal? O medo que não se deteriore ou terminar a conexão? Porque seus pais brigavam muito? Porque em moradia não se discutiam os problemas? Porque o casal os fora de proporção, e prefere ter a festividade em paz?

Alguns não sabem ou não aceitam que o conflito é normal e até já necessário; acreditam que é negativo per se e chegam a grandes extremos com o término de evitá-lo. Por que se contestar? O marido chega ultimamente a altas horas da madrugada e um dia seu excessivamente condescendente mulher explode, acusando-o de ter uma história.

Ele tenta explicar, contudo quanto mais tenta, mais grita ela. O marido levanta o tom de voz e a batalha de gritos vai em acrescento. “Há 2 anos eu visitei meu irmão em Burgos. Um dia, voltando de um passeio na cidade, estávamos conversando pela sala e minha cunhada chegou e começou a interrogá-lo, no plano Inquisição: o

Meu irmão ouvia pacientemente. Quando estávamos a sós, perguntei-lhe por que calou-se e permitia o que me pareceu um abuso verbal, e me explicou que se respondia e explicava tua versão, provocaria uma longa e acalorada conversa”, relata Aurora, de quarenta e oito anos. A reação oposta é a fuga ou o comportamento passivo-agressivo, que evita confrontos, no entanto acumula pensamentos e sentimentos negativos, causando dores de cabeça, úlceras, depressão e, além de tudo, pressupõe a ausência de interação quando é necessário discursar de dificuldades perenes.

Alguns, em vez de mostrar “eu não pretendo fazê-lo”, sorriem e realizam visualizar que estão de acordo. Outros recorrem à procrastinação: “Sim, eu o farei, agora”, tentando acalmar momentaneamente com o companheiro, mas sem realizar ação alguma, o que o importuna ainda mais.